mas se é o outro do outro então sou EU. Claro que EU sou o Outro do outro passando por aí, pela alteridade. Mas uma falsa alteridade, porque apenas reflexiva. O outro do outro sublima-se em espelho através do EU. para haver outro é preciso uma especularidade, uma dobra na dimensão identitária referencial. Ou será que essa dobra, esse vinco, esse caminho desenhado a partir do centro e imóvel, apenas surge como algo para nos distrair, um fumo que cria a ilusão que para além do meu corpo há outra coisa?
Não sou João. Não sou Pedro. Não sou Miguel. Não sou Antônio. Não sou Luís. Não sou Barack. Não sou Fidel. Não sou Amy. Não sou o sapato de Amy. Não sou Jesus. Não sou Quijote. Não sou Sancho. Não sou Estragon, nem Vladimir. Não sou Tom, nem Jerry. Não sou fumaça, nem pó. Nunca fui e sempre serei.
4 comentários:
PARABÉNS PRIMO!! Olha lá na lista que tb tem Dani Lima do RJ, não sabia q meu irmão tb estava nessa de remexer o esqueleto agora =P
abraço forte!
hahaha, é verdade, também nao sabia que ele tinha entrado nessa, só sabia que tava no rio... um abraço, tiago, valeu.
Well done, baby!
mas se é o outro do outro então sou EU. Claro que EU sou o Outro do outro passando por aí, pela alteridade. Mas uma falsa alteridade, porque apenas reflexiva. O outro do outro sublima-se em espelho através do EU. para haver outro é preciso uma especularidade, uma dobra na dimensão identitária referencial. Ou será que essa dobra, esse vinco, esse caminho desenhado a partir do centro e imóvel, apenas surge como algo para nos distrair, um fumo que cria a ilusão que para além do meu corpo há outra coisa?
Post a Comment